Fair Play: O espírito ético no mercado de trabalho!

Fair Play: O espírito ético no mercado de trabalho!

Por Marcosuel Sousa

 

Analisando o jogo de futebol com o jogo que envolve o mercado de trabalho, tive um insigth enquanto assistia a uma partida de futebol e me deparei com a seguinte situação:

Um jogador sofreu uma falta clara (falta clara, é aquela falta que todos veem que foi falta, entendeu?), porém, o juiz não sinalizou a marcação e ordenou que o jogo continuasse, segundo a análise do árbitro o jogador simulou o lance, valorizando o acontecimento, ficando no chão contorcendo-se de dor, querendo levar vantagem.

A partida continuou normalmente, o jogador do time adversário, que estava com a bola, vendo a situação do “adversário” chutou a bola para fora de campo, interrompendo a jogada que estaria beneficiando seu time, e poderia resultar em gol. Com isso, forçou a paralisação da partida para que o médico entrasse em campo e atendesse o jogador caído. As torcidas aplaudiram a atitude do atleta, que demonstrou ter realmente um espírito esportivo, jogando limpo, ou seja, uma atitude de Fair Play.

Imediatamente associei a atitude acima descrita à postura das pessoas dentro do ambiente de trabalho. Todo profissional tem uma conduta ética a seguir dentro do segmento que atua e a capacidade de discernir e empregar o que é certo e errado dentro das ações executadas diante de um mercado altamente competitivo, e muitas vezes desleal, torna-se uma característica cada vez mais valorizada dentro das organizações.

O mercado procura e valoriza profissionais com o fair play incorporado em seu conjunto de qualificações, aqueles que buscam ser os melhores, porém, que entendam que ser competitivo não é ser desleal, e tenham como base para o desenvolvimento de suas atividades profissionais os princípios éticos.

Citei mercado desleal, porque, infelizmente cenas como a que narrei ainda causam estranheza para alguns, tenho certeza que no meio de toda a torcida, alguns torcedores esbravejaram: “Caramba! (para não descrever um palavrão mais comum nos estádios) esse cara deveria continuar a jogada e fazer o gol, a dor dele que vá para o espaço”.

A ética é um conceito difícil de ser aplicada, porque muitos querem sempre levar vantagem em tudo e não entendem que num jogo você também perde! Em alguns ambientes empresariais, estas condutas, infelizmente, ainda vigoram, e, neste contexto, todo profissional, principalmente os de cargos de liderança, devem funcionar como vetor de mudança deste cenário, e estabelecer em sua gestão a capacidade de colocar a moral como alicerce para qualquer ação e desenvolvimento de atividades, obtenção de metas e conquista de resultados expressivos.

Em todas as partidas de futebol existem regras claras e outras subentendidas, estabelecidas pela cultura e relação entre as pessoas que formam códigos de éticas implícitos a rotina do esporte, e dentro das organizações acontece o mesmo.

Devemos ser cumpridores de nossas atividades e saber jogar de forma limpa o jogo das organizações.

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